Justificação Forense Universal nos Escritos de E. J. Waggoner


Woodrow Whidden, Ph.D.,  serviu por muitos anos como professor de Teologia Histórica e Teologia Sistemática no AIIA [Adventist International Institute for Advanced Studies]. Anteriormente, ele ensinava no Departamento de Religião na Andrews University (1990 -2006). Ele tem doutorado em Teologia Histórica pela Drew University. Seus livros incluem Ellen White e A Salvação e Ellen White e A Humanidade de Cristo.


Tradução: Hugo Martins

O artigo “Justificação Forense Universal nos Escritos de E. J. Waggoner” (Original em Inglês: “Universal Legal Justification in the Writings of E. J. Waggoner”), por Woodrow Whidden, fora publicado, inicialmente, pelo Adventist Biblical Research Institute.  Usado com permissão.


Diversos intérpretes de renome de Waggoner, nos séculos 20 e 21, têm afirmado que ele ensinava uma doutrina de “justificação forense universal.”1 Essa posição sustenta que Deus perdoa o pecador antes de qualquer crença consciente em Cristo. De fato, seus defensores afirmam que essa interpretação é uma das únicas contribuições de Waggoner ao pensamento cristão e tem sido um ponto-chave de discordância entre eles e outros intérpretes de Waggoner. Por conseguinte, uma distinção clara se faz entre ser justificado juridicamente, universalmente na morte de Cristo e justificado experiencialmente no momento da crença, da apropriação consciente dos méritos ou das benesses justificatórias da expiação de Cristo.

1. O Caso antes de 1888

O simples fato é: se essa era a interpretação de Waggoner pré-1888, ele não a enfatizou. Eu conheço uma única declaração próxima de sugerir tal distinção entre justificação forense universal de toda a humanidade e a apropriação experiencial dos méritos de Cristo durante a experiência de conversão do crente arrependido: “Pode-se dizer, realmente, que Deus não perdoará os homens até que eles se arrependam. Isto é verdade, mas Ele desejou que eles recebessem Seu perdão e, portanto, o tanto quanto Ele se preocupa, Ele tem-lhes perdoado. Tudo os que lhes falta é aceitar o perdão que Ele lhes oferece; se eles não aceitarem, Ele é claro, a responsabilidade de suas ruínas cairão sobre eles.”2

É instrutivo dizer que Waggoner afirmou, aqui, a verdade que “Deus não perdoará os homens até que eles se arrependam.” Ele, explicitamente, disse que “isso é verdade.” Ademais, positivamente, o que ele parecia querer comunicar não era alguma versão de “justificação forense universal,” mas o “desejo” profundo de Deus “que eles recebessem o Seu perdão.” Assim, na mente de Deus, “Ele os tem perdoado.”

De certo modo, Ele nos tem perdoado há muito tempo, mas esta não é a compreensão bíblica da justificação pela fé. Normalmente, unicamente um ato de fé confiante genuíno pode, efetivamente, apropriar-se dos méritos justificatórios de Cristo.3 Não era apenas a posição consensual de Waggoner, mas, também, a ênfase geral tanto de Ellen White quanto da Bíblia.

Ademais, Waggoner foi explícito [ao dizer] que justificação é uma questão pessoal, não coletiva, não organizacional. Comentando sobre Gálatas 3, ele declarou, claramente, que “Não pode haver experiência cristã, nem fé, nem justificação, nem retidão que não seja uma questão individual. Pessoas são salvas como indivíduos, não como nações.”4 Poderiam as palavras ser mais claras?

Há, ao menos, um ponto-chave que o próprio Waggoner destacou acerca da questão da justificação pela fé. O que segue é um conceito fortemente expressado pelo qual Waggoner parecia, efetivamente, inviabilizar qualquer possibilidade de justificação forense universal: “Não se deve esquecer que estamos agora falando somente dos pecados que pertencem ao passado. É impossível que remissão de pecados pudesse ter referência a qualquer coisa a mais, pois o que não existe não se pode levar adiante; e justificar um homem pelos pecados ainda não cometidos, em outras palavras, garantir indulgência aos pecados, seria desprezar a lei, o que traria anarquia e ruína. E nenhum pecado é remido, exceto o daqueles que creem em Jesus. Todo aquele que for de Cristo, é descendência de Abraão (Gl 3:29), e portanto, como ele, sua fé lhe é imputada por justiça (Tg 2:23).”5

Parece que se imputarmos a doutrina da “justificação forense universal” a E. J. Waggoner, teríamos Waggoner militando contra Waggoner. Assim, nos anos pré-1888, o apoio para ela é de pouco a não existente. Podemos, de fato, justificadamente, classificar a evidência contra este alegado ensino de “justificação forense universal” durante os anos prímevos dos escritos de Waggoner e o contexto mais amplo de sua bagagem teológica protestante (especialmente a tradição wesleyana) como uma rejeição direta deste conceito bem-intencionado, mas equivocado.

2. 1888-1892

Neste período, imediatamente seguinte a Conferência Geral de 1888, não há desenvolvimento apreciável real de seus conceitos. Todos concordamos que Deus provê uma proteção temporária contra a execução de Sua justiça e aos pecadores é garantido tempo para ponderar sobres as benesses da grande obra expiatória que Deus tem feito plena provisão para salvação da culpa do pecado.

O próprio Waggoner fez este ponto muito claro: “Se não fosse Cristo dado para a redenção do homem, a morte teria acabado com Adão e com toda a raça humana. Mas a promessa de um Redentor trouxe consigo uma outra provação e a execução da sentença foi, então, suspensa até que fosse observada qual uso os homens fariam dessa provação. Deus tem apontado um dia no qual Ele julgará o mundo . . . e até esse tempo a sentença estará suspensa . . . Mas aqueles que rejeitarem o Filho não terão a vida, mas a fúria de Deus repousará sobre eles.”6 Todos os arminianos, ou cristãos de livre-arbítrio, são claros quanto a isso. Mas as coisas se tornam um pouco mais complicadas quando se afirma que Deus tem, realmente, justificado a raça humana como um todo, não apenas lhes provido com o tempo probatório.

A questão-chave é esta: Deus, realmente, legalmente, concede a justificação forense sobre todos? Ele, realmente, vem e coloca, desse modo, em nosso colo? Para Waggoner, parece que nos anos antecedentes a 1888, e até 1892, a resposta é não! Certamente, justificação forense é uma oferta, mas a menos que haja uma aceitação real, de todo o coração, da oferta mediante a fé genuína, viva, nós, essencialmente, a “rejeitamos”. Tudo o que se pode dizer do pensamento pré-1888 de Waggoner aplica-se ao período de 1888 a 1892.

Mas se alguém aceita a metáfora de que o dom tem, realmente, sido posto em nossa caixa de correios, em nossas mãos ou em nosso colo, isso não implica, ainda, a aceitação do dom. Aqui está o ponto-chave, ainda mais para os intérpretes da justificação forense universal de Waggoner: Mesmo que seja, efetivamente, colocada em seu colo ou em suas mãos, não é efetivamente salvífica a menos que haja experiência subsequente do que eles chamam de “justificação experiencial,”ou uma aceitação real de todo coração do dom universalmente outorgado da justificação forense.

Nesse estágio da expressão de Waggoner em seus escritos—que até 1892—não há, simplesmente, qualquer evidência para a afirmação de que Deus coloca, realmente, o dom da justificação forense em nosso colo e estamos, legalmente, justificados, querendo ou não.

3. 1893-1903

De acordo com os defensores deste tema, a prova mais convincente para a justificação forense universal nos escritos de Waggoner foram apresentadas entre 1893 e 1903. Eles afirmam que as declarações a ser publicadas a seguir apresentam a mais forte evidência para sua interpretação de Waggoner.

A primeira declaração baseia-se em um exposição de Romanos 5:15–18: “Não há exceção aqui. Assim como a condenação veio sobre todos, a justificação vem, então, sobre todos. Cristo provou a morte por cada homem. Ele entregou-Se por todos. Aliás, Ele entregou-se por cada homem. O dom gratuito veio sobre todos.”7 Em face disto, o caso parece bastante convincente. Especialmente as expressões “justificação vem sobre todos” e “por cada homem” parece apontar que é algo universalmente posto nas mãos ou no colo de “todos.” Mas esta não é a história toda; há mais porvir.

Enquanto o “dom da justiça e da vida em Cristo tem vindo por cada homem sobre a terra,” é, também, verdade que “não há a menor razão possível do porquê cada homem que já tem vivido não deveria ser salvo até a vida eterna, exceto que eles não a têm.”8 Assim, a salvação “até a vida eterna” é condicional sobre os crentes que realmente a possuem. Há, então, uma condição salvífica, essencial, que deve ser experienciada, se a alegada outorga forense universal provar ser efetiva para receber a “vida eterna.” Mas Waggoner não terminou sua exposição da qualificação condicional da salvação para a “vida eterna.” Ele continua, prontamente, a dizer que “tantos rejeitam o dom oferecido gratuitamente” e que “o dom gratuito vem sobre todos, mas nem todos a aceitam, e, nem todos, portanto, são justificados por ela.”9

O leitor deveria, cuidadosamente, observar a expressão “rejeitam o dom oferecido gratuitamente.” O “por cada homem” e o vindo “sobre todo” significa receber uma “oferta” que pode ser “rejeitada.“ Isto qualifica, definitivamente, a força aparentemente incondicional das palavras que pareciam sugerir que o “dom gratuito” tem sido colocado “sobre todo” ou dado a “cada homem.” Há uma diferença significativa entre uma “oferta” que pode ser “rejeitada” e algo que real e legalmente outorgado na mãos ou no colo (como fosse) de “cada homem na terra.” O caso, portanto, não é tão autoevidente assim como os intérpretes da justificação forense universal de Waggoner alegam.

Uma vez mais, em 1895, Waggoner escreve de modo bastante similar ao artigo anterior de 1894: “Jesus é a luz do mundo; Ele é, então, a verdadeira Luz ‘que ilumina cada homem que vem ao mundo.’ Ou, como se pode dizer, ao vir ao mundo, Ele ilumina a cada homem. O ponto é que todos têm a luz . . . Essa luz que dá vida tem brilhado sobre todos, e ainda está brilhando.” Uma vez mais a passagem-chave é, então, citada: “‘Por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida’ (Rm 5:18). O amor de Deus alcança todo o mundo, e cada homem nele. A todos, Ele tem dado ‘Seu dom indescritível.’ Que triste despertar será no fim quando os homens compreenderão o que estivera em suas mãos, e a oportunidade que eles deixaram passar.”10

Embora essa exposição tenha um pouco mais de força em apoiar o argumento dos intérpretes da justificação forense universal, ela não é, também, convincente. Uma coisa é ter a luz brilhando sobre os pecadores e eles sentirem que o amor de Deus está envolvendo todo o mundo, mas uma outra bem diferente é, realmente, ser justificado. Ademais, a expressão “o que estava em suas mãos” não significa, real e necessariamente, ter algo como certo; pode, também, significar estar em uma posição de realmente ser capaz de receber a luz que tem iluminado. Em outras palavras, a tragédia é que o que estava no claro domínio da possibilidade foi “deixada passar.” Rejeitar a luz é “deixar passar” a oferta de uma vida útil. Parece, portanto, mais natural ver a “justificação da vida” de Paulo ser a oferta da salvação que tem sido salientada como algo que está “dento da possibilidade” do crente verdadeiramente responsivo, mas é, também, uma oportunidade que pode ser “deixada passar” ou negligenciada.

Mas há alguma evidência para o conceito de justificação forense universal? A resposta é que, de fato, há algo em vez de uma evidência convincente. Mas parece apresentar-se em definições surpreendentes e desconcertantes.

Considere o que vem a seguir: na Conferência Geral de 1897, Waggoner apresentou uma série de estudos sobre o livro de Hebreus. Os seguintes conceitos são bastante reveladores: “A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração e na tua carne; confesse este fato, e ‘tu serás salvo.’ Isso ensina a presença de Cristo em cada alma, esperando por reconhecimento, intencionando que ela seja salva. ‘Você não faria, então, diferença entre um pecador e um cristão?’ —Ah, sim, de fato; toda a diferença no mundo, ou, em vez disso, toda a diferença entre e o mundo e o céu. Cristo veio em carne, —isto é, como toda a humanidade, pois o homem é carne (Gn 2:23)— mas enquanto Ele habitar no pecador sem reconhecimento e é detido pela injustiça (Rm 1:18), Ele habita, no cristão, ‘pela fé’ (Ef 3:17).”11 Há, muito claramente, a “presença de Cristo em cada alma.” Ele não está apenas de prontidão se oferecendo por ela, mas está, realmente, na alma.

Mas esse conceito tornar-se-ia ainda mais explícito durante os anos seguintes a 1897. Pondere, cuidadosamente, sobre o seguinte: “A diferença, então, entre o pecador e o cristão é esta: enquanto Cristo está crucificado e ressurreto em cada homem, no pecador está irreconhecível e ignorado, enquanto no Cristão Ele habita pela fé. Cristo está crucificado no pecador, pois onde quer que haja pecado e maldição, há Cristo suportando . . . Fé no poder eterno e na Divindade de Deus, que são vista em todas as coisas que Ele fez,12 capacitarás a qualquer um a compreender este mistério.”13

Em um artigo subsequente na mesma série, Waggoner trabalha na questão de quem está entre os filhos de Deus: “Abençoado seja, é Deus que conta até mesmo os ímpios, aqueles que estão na escravidão do pecado, como Seus filhos! Andarilhos, filhos pródigos, mas ainda filhos. Deus tornou todos os homens ‘aceitos no Amado.’ Esta vida de provações nos é dada com o propósito de nos dar uma chance de reconhecê-lO como Pai e, de fato, nos tornarmos Seus filhos.”14

Nessas três declarações estão a evidência incontestável que Waggoner ensinava, definitivamente, que Cristo foi “crucificado e ressurreto em cada homem” e que Ele está “carregando” seus “pecados” e que, até mesmo, os “ímpios” são contados como “Seus filhos” e que eles são “aceitos no Amado.” Isso vai além de uma “oferta” a eles ou a possibilidade de “rejeitar.” E mesmo não tendo o mesmo status daqueles que “reconhecem a Ele como Pai e . . . tornam-se, de fato, Seus filhos” e são “aceitos no Amado” (justificados). Surge, então, a questão: por que a mudança?

A resposta é, realmente, muito simples. Começando em 1894, e inundando como uma correnteza de água lamacenta em 1897, Waggoner evidenciou, claramente, tendências panteístas.15 Nesta visão de mundo aparentemente vibrante, o “poder eterno e a Divindade de Deus” são vistos em todas as coisas que Ele fez.” Tal visão de mundo, entretanto, contém um lado obscuro sutil que arrastou, definitivamente, Waggoner para lamaçais de enganos obscuros e mortais. Mas referente a nossa questão presente, o raciocínio é muito simples: se o “poder eterno e a Divindade de Deus” estão “em todas as coisas Ele fez,” é um passo rápido e lógico concluir que Ele habita nos “ímpios” e eles são, portanto, vistos como “aceitos no Amado.”

Há uma doutrina de justificação forense universal para os ímpios em Waggoner? Sim, claramente, há, e parece ser oriunda da filosofia pagã do panteísmo. Como lidar, então, com este ensino? Enquanto o Waggoner pré-panteísta pode, possivelmente, ser interpretado como ensinando justificação forense universal (especialmente após 1892), a evidência, no entanto, não é convincente de que ele a ensinava. Mas aparte de sua emergência clara nas distorções panteístas posteriores de Waggoner, a doutrina tem um outro aspecto negativo a se destacar. Os intérpretes de Waggoner, que têm apregoado esta doutrina algo como a descoberta mais maravilhosa na história da doutrina da salvação pela fé, têm, involuntariamente, empregado esta descoberta, alegadamente gloriosa, para legitimar, efetivamente, numerosas outras direções teológicas de Waggoner. O efeito dominó é que muitos não compreendem o tamanho do problema das direções errôneas que a teologia geral de Waggoner estava tomando após 1889 e, especialmente, após 1893. Eu sei que isto não é o intencionado por seus intérpretes, mas é o efeito dominó involuntário. Eu, simplesmente, sugeriria que o conjunto de qualquer ensino real da justificação forense universal nos ensinamentos de Waggoner cai, essencialmente, em princípios teológicos falsos, mas, especialmente, seu panteísmo.

Qual é, então, a importância disso tudo? A justificação forense universal é, simplesmente, uma doutrina que não precisamos dar atenção. O ponto positivo, em relação à outorga de perdão temporário na vontade de arranjar lugar para um tempo de provação no qual pecadores confusos pelo pecado podem pesar suas opções em vista da graça convincente e do chamado de Deus, é que já foi tratado pela vasta maioria dos cristãos arminianos, incluindo John Wesley e Ellen G. White pré-1888. E enquanto Waggoner fez algumas contribuições verdadeiramente significativas para o esclarecimento teológico, elas já estavam todas, essencialmente, sem lugar algum em 1888, não depois. De fato, ponderando, o que vem depois é um corpo de teologia mergulhada em confusão e erros teológicos a medida que ele tentava cada vez mais esclarecer. E a alegada justificação forense universal apenas demonstra, claramente, que foi desenvolvida com base no panteísmo.


Notas:

1 Eles incluem Robert J. Wieland e Donald K. Short, seus principais companheiros nos movimento do Comitê de Estudos de 1888 e seu bem-conhecido companheiro de viagem, Pastor Jack Sequeira. Para uma documentação pronta, ver Robert J. Wieland, The 1888 Message: An Introduction (Nashville, TN: Southern Publishing Association) capítulo 8, especialmente as páginas 95 a 104; e Jack Sequeira, Beyond Belief (Boise, ID: Pacific Press Publishing Association, 1993), especialmente o capítulo 3, nas páginas 29 a 37.

2 E. J. Waggoner, “The Lord‘s Prayer. Forgive Us Our Debts,” The Signs of the Times, 5 de maio de 1887.

3 Invoco, aqui, o qualificador “normalmente” intencionando reconhecer dois pontos-chaves: (1) a salvação de bebês e crianças pequenas que ainda não alcançaram a responsabilidade; e (2) os casos de não cristãos que não têm sido formalmente evangelizados, mas que serão redimidos. Enquanto essas questões permitem, certamente, a possibilidade de salvação, elas não negam a ênfase bíblica geral de que a salvação é pela graça por meio da confiança consciente nos méritos salvíficos de Cristo.

4 E. J. Waggoner, The Gospel in the Book of Galatians (Oakland, CA: n. p., 1888), p. 45.

5 E. J. Waggoner, “Justified by Faith,” The Signs of the Times, 23 de novembro de 1891.

6 E. J. Waggoner, “The Penalty of the Law,” Signs of the Times, Vol. 16, No. 30, 4 de agosto de 1890.

7 E. J. Waggoner, “Studies in Romans. The Free Gift. Rom. V. 12–19,” The Present Truth, 18 de outubro de 1894. O mesmo artigo fora republicado com o mesmo título na North American Signs of the Times, 12 de março de 1896. (Ênfase acrescida).

8 Ibid.

9 Ibid.

10 E. J. Waggoner, “The Word of Life and Light,” The Present Truth, 21 de novembro de 1895.

11 E. J. Waggoner, “Lessons from the Book of Hebrews. The True Confession of Faith,” The Present Truth, Vol. 13, No. 47, 25 de novembro de 1897.

12 Compare este com o seguinte: “O fato de que um homem vive e respira . . . é a prova da presença de Deus em sua carne;” E. J. Waggoner, “Studies in the Gospel of John. Words of Comfort. John xiv. 1–14,” The Present Truth, Vol. 15, No. 14, 13 de abril de 1899).

13 E. J. Waggoner, “Studies in Galatians. The Ever-Present Cross. Gal 2: 17–21; 3:1,” Signs of the Times, Vol. 25, No. 3, 18 de janeiro de 1899.

14 E. J. Waggoner, “Studies in Galatians. The Adoption of Sons. Gal 4: 1–7,” Signs of the Times, Vol. 25, No. 10, 8 de março de 1899.

15 O termo “panteísta”, embora não seja o termo tecnicamente mais correto, é o termo comumente usado para descrever esse conceito; a expressão “panenteísta” é a descrição mais precisa das inclinações filosóficas perturbadoras de Waggoner.

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