Júnias, A Apóstolo


Nancy Vyhmeister (EdD, Andrews University) tem mais de 45 anos de experiência em lecionar para futuros pastores e professores não apenas nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro. Ela continua tendo um ministério global, mesmo em sua aposentadoria, na maior parte do tempo ensinando, pesquisando e escrevendo. Ela tem escrito diversos livros, tanto em inglês quanto em espanhol, incluindo uma gramática de grego para estudantes de fala espanhola. Ela foi editora do Women in Ministry: Biblical and Historical Perspectives [Mulheres no Ministério: Perspectivas Bíblicas e Históricas].


Tradução: Hugo Martins

O artigo “Júnias: A Apóstolos” (Original em inglês: “Junia the Apostle”), por Nancy Vyhmeister, fora publicado, inicialmente, em julho de 2013 na revista Ministry,® International Journal for Pastors, www.MinistryMagazine.org.  Usado com permissão.


O nome Júnia aparece apenas uma vez no Novo Testamento (NT). Ela é mencionada em uma lista de amigos e colaboradores em Roma a quem Paulo enviou saudações registradas em Romanos 16. Através dos anos, foram levantadas questões sobre a sua identidade, profissão, e, especialmente, seu gênero. Neste artigo analisaremos algumas dessas questões e, também, as implicações das respostas.

Júnias

O texto grego de Romanos 16:7 lê: “Saudai Andrônico e Júnias, meus parentes e companheiros de prisão, os quais são notáveis em/por/entre os apóstolos e estavam em Cristo antes de mim.”1 Tenho colocado Júnias, a frase em/por/entre e o termo apóstolos em itálico porque a identidade de Júnias é encontrada na interpretação dessas palavras.

Em grego, todos os substantivos são reconhecidos pelas suas desinências para mostrar o seu caso, isto é, a sua função na sentença. Aqui, tanto Andrônico quanto Júnias aparecem no caso acusativo, como objetos do verbo ativo “saudar.” Um substantivo masculino, o objeto de um verbo, constrói a forma Andrónikon que aparece neste verso. O outro nome, Iounian, também no acusativo, é problemático.

A diferença entre o masculino Iouniān e o feminino Iounían é apenas um acento. Na verdade, os manuscritos mais antigos, os unciais, estão escritos em letras maiúsculas, sem acentos. Portanto, ambos os gêneros são escritos como IONIAN, deixando o leitor decidir qual o gênero Júnias era.

Para elucidar o gênero de Júnias, consideraremos o uso do nome na antiguidade, as referências para a Júnias pelos primeiros escritores cristãos, e o nome nos antigos manuscritos gregos do NT, bem como nos novos testamentos gregos.

O Nome Júnias na Antiguidade

Apesar da declaração de Wayne Grudem e John Piper de que Júnias não era nome feminino comum no mundo de fala grega,2 Júnias era nome feminino romano comum que significava “jovem.” Derivado da deusa Juno, o nome aparece mais de 250 vezes apenas nos registros de Roma do primeiro século.3

Júnias, ali, é frequentemente encontrado em túmulos.4 O nome aparece também em inscrições do primeiro século em Éfeso, Dídima, Troas e Bitínia.5 A mais conhecida Júnias é a meia-irmã de Brutus e esposa de Cássio.6

Se o nome fosse masculino, deveria ter sido Junias em grego ou Junius em latim. O nome Junius está bem atestado. No entanto, nenhuma comprovação para Junias existe em qualquer “inscrição, fachada, pedaço de escrita, epitáfio ou obra literária do período do Novo Testamento.”7 Alguns têm sugerido que Iouniās teria sido uma forma abreviada de Iounianós, mas esse nome não é evidente.8 De acordo com Linda Belleville, “Iouniās como uma contração de Iounianós origina-se na mundo anglófono com Thayer,” em 1885.9

Primeiras Referências Cristãs

Em seu comentário sobre Romanos, Joseph Fitzmyer listou 16 escritores cristãs gregos e latinos do primeiro milênio que compreendiam Júnias em Romanos 16:7 ser uma mulher. Entre aqueles, o mais antigo é Orígenes (c. 185–254), cujo comentário sobre Romanos foi traduzido por Rufinus (ca. 345-410) para o latim, e citado por Rabanus Maurus (c. 776–856).10 Em seu Liber de Nominibus Hebraicis, Jerônimo (c. 345–419) lista o nome Júnias.11

De João Crisóstomo (c. 344–407) a Pedro Abelardo (1079–1142), comentaristas gregos e latinos sobre a Epístola aos Romanos usaram o nome feminino Júnias. As únicas exceções: Ambrosiaster (no final do quarto século) e Atto de Vercelli (925–960) usaram Júlia, uma mulher.12

Aqueles que pensam que Junias é um homem se baseiam muito no Index Discipulorum, atribuído a Epifânio (c. 315–403), onde o masculino Junias aparece. No entanto, Belleville observa que Epifânio também chama Priscila de homem e faz dela um bispo de Colofão, enquanto seu marido Áquila bispo em Heracleia—dois locais muito diferentes. “Tanto a confusão de gênero quanto aos locais díspares põe em causa a confiabilidade geral do documento,” conclui Belleville.13

Aegidius de Roma (1245–1316) foi primeiro escritor eclesiástico a tratar Andrônico e Júnias como “aqueles homens honráveis.” Curiosamente, isso corresponde ao tempo quando o Papa Bonifácio VIII, bem lembrado por suas dificuldades com o Dante, decretou, em 1298, que todas as freiras deviam ficar permanentemente enclausuradas.1415

Júnias nos Antigos Manuscritos Gregos do NT

Se o escriba de um manuscrito uncial quis escrever Iounían ou Iouniān não temos como saber. As letras seriam maiúsculas e não acentuadas: IONIAN. O sexo dessa pessoa deve ser encontrado em outros lugares.

Manuscritos minúsculos começaram a aparecer após o sétimo século. Na verdade, manuscritos unciais foram recopiados em minúsculo, forçando o uso de acentos. Estes manuscritos tinham Iounían, tornando Júnias feminino. De acordo com Eldon Epp, nenhum manuscrito minúsculo grego usou o masculino Iouniān.16

O UBS Greek New Testament nota que pelo menos 20 manuscritos minúsculos do NT usam o feminino Iounían. Entre eles, os mais antigos são o 081 (de 1044) e o 104 (de 1087). O último é o 2200 do século quatorze.17

Mais de uma vez, em escritos e manuscritos do NT sobre este capítulo, o nome no versículo 7 é dado como Júlia, que aparece, posteriormente, em Romanos 16:15. Isto pode ser visto no P46, um manuscrito uncial de cerca do ano 200. De qualquer modo, Júlias é um nome feminino.18

Richard Bauckham entende que Júnias de Romanos 16:7 é Ioanna de Lucas 8:3 e 24:10. Seu nome romano seria mais fácil de se pronunciar, e a sua relação com Jesus certamente colocar-la-ia como uma cristã diante de Paulo. Andrônico era ou um segundo marido ou um nome romano usado por Cuza.19

O Nome em Novos Testamentos Gregos Impressos

De acordo com a tabela de Epp, 38 Novos Testamentos gregos, começando com Erasmo (1516) até Eberhard Nestle in 1920, usam o nome Iounían, indicando o gênero feminino para Júnias. Durante esses séculos, existe apenas uma exceção: Alford no século 19 usa a forma masculina, mas coloca o feminino no aparato.20

Da versão Nestle de 1927 até a UBS Greek New Testament de 1993, apenas Hodges-Farstad New Testament de 1982 usa o feminino. as 14 outras versões usam o masculino, muitas vezes sem uma explicação alternativa no aparato. Esta tendência é revertida com as versões Kurt Aland de 1994 e a UBS 1998 que retornam para o feminino, sem nenhuma leitura alternativa.21

Júnias nas Traduções nas Linguagens Modernas

As sete versões inglesas mais antigas, desde a Tyndale (1525–1534) até a KJV (1611) têm Júnias como uma mulher. Da Revised Version (1881) até a New Living Translation (1996), 21 traduções em inglês têm o masculino, enquanto 10 têm o feminino.22 Desta tendência, Scot McKnight lamentosamente observa: Júnias Não Está Sozinha; as mulheres, diz ele, não têm tido ou sido permitidas a ter o seu lugar próprio no ministério.23

Algumas traduções em inglês ainda têm o masculino, sem dúvidas porque as suas traduções referenciais assim fizeram, e a forma masculina estava no NT grego dessas versões que foram traduzidas. Tais são a francesa Louis Segond, a espanhola Biblia de las Américas, a revisão da espanhola Reina-Valera, a New American Standard Bible (NASB), a Contemporary English Version (CEV), e The Message, entre outras. Admira-se, no entanto, quanto viés do tradutor é mostrado em tal tradução.

Notável entre Ou Notada por

A frase grega episēmoi en tem sido problemática para alguns. É Júnias um dos apóstolos? Ou ela é reconhecida pelos apóstolos? A Vulgata latina tem Júnias como “notável entre os apóstolos (nobiles in apostolis).”

João Crisóstomo escreveu o seguinte sobre Andrônico e Júnias em seu comentário sobre Romanos 16:7:

Tais são notáveis entre os apóstolos. E, de fato, ser apóstolo, em tudo, é uma grande coisa. Mas estar entre esse notáveis, considere quão grande encômio isto é! Mas eles foram notáveis devido às suas obras, às suas realizações. Oh! quão grande é a devoção (philosofia) desta mulher, considerada digna até mesmo da alcunha de apóstolo!24

Muito pouca discussão sobre a questão do apostolado de Júnias aparece até o final do século 19. William Sanday e Arthur Headlam observaram em seu comentário sobre Romanos:

Júnias é, naturalmente, um nome romano comum e, nesse caso, os dois provavelmente seriam marido e mulher; Junias, por outro lado, é menos comum como nome de um homem. . . . Se, como é provável, Andrônico e Júnias estão incluídos entre os apóstolos . . . , então é mais provável que o nome seja masculino.25

O adjetivo episēmoi se refere a algo que tem uma marca distintiva, como em metais preciosos estampados. O termo pode ser usado como sinal de que uma coisa ou uma pessoa é considerada muito boa, como em Romanos 16:7, ou muito ruim, como aplicada a Barrabás em Mateus 27:16 onde a NRSV traduz “notório.”26

De acordo com a International Standard Bible Encyclopedia, o termo se refere a algo de destaque, uma coisa ou uma pessoa que é eminente ou digna de nota.27 A termo também pode ser traduzido por “notável.” O Greek-English Lexicon of the New Testament Based on Semantic Domains tem esta definição: “Pertencendo a ser bem conhecido ou excepcional, ou por características positivas ou por características negativas—‘excepcional,’ ‘famoso,’ ‘notório,’ ‘infame.’”28

Começando por volta de 1900, a ideia de que o nome era Júnias, uma mulher, estimada pelos apóstolos, circulou em comentários de vários autores.29 Desde que era entendido que apenas um homem pode ser um apóstolo, Júnias não pode ser um apóstolo, mas ela poderia ser estimada pelos apóstolos.

Em 1994, o Textual Commentary to the UBS Greek New Testament observou o seguinte: “Alguns membros [do UBS Committee], considerando improvável que uma mulher estivesse entre aqueles ‘apóstolos’ notáveis, entenderam o nome ser masculino.”­30

É logo evidente que cerne da questão é o entendimento da preposição en, que pode ser variadamente traduzida como “em,” “entre,” “sobre,” ou até mesmo “com” ou “por.” O termo denota local e meio e é normalmente seguido por um termo no caso dativo, como é tois apostólois aqui.31

Que significado en tem aqui? Estão Andrônico e Júnias sendo reconhecidos como apóstolos? Eram eles notáveis entre os apóstolos? Esta é a interpretação inclusiva. Ou será que eles são reconhecidos pelos apóstolos como notáveis estrangeiros, não como apóstolos? Esta é a interpretação exclusiva.

Em 2001, Michael Burer e Daniel Wallace apresentaram uma reavaliação de Romanos 16:7. Eles propuseram que Júnias era uma mulher e que ela e a Andrônico eram admirados pelos apóstolos. Após observar o que eles consideravam ser um erro daqueles que tomaram a posição inclusiva, eles encontraram evidências de sua própria posição exclusiva no estudo de documentos antigos.32 Episēmoi en toīs apostólois deve significar “notáveis para os apóstolos.”

As três principais respostas para seu documento vieram de Bauckham, Belleville e Epp.33

Bauckham analisou o estudo de Burer e Wallace e desafiou as conclusões deles.34 Belleville replicou o estudo de Burer e Wallace e deu evidência bíblica para mostrar o erro deles. Ela mostrou que a preposição en mais o dativo é normalmente inclusiva. Por exemplo, em Mateus 2:6, Belém não é modo algum a menor “entre as principais de Judá.” Ela também encontrou paralelos helenísticos da frase episēmoi en toīs que são claramente inclusivas. Em Diálogo dos Mortos 438, de Luciano, ela encontrou um paralelo exato com Romanos 16:7: “Mais distinguidos entre aqueles estavam nosso rico conterrâneo Ismenodoro e . . .”35 Ademais, ela encontrou casos de técnicas de pesquisa inadequadas e relatórios equivocados.36 A conclusão de Belleville é clara: Júnias era uma mulher e uma dos apóstolos.37 Em 2002, Eldon Epp escreveu um extenso artigo que se tornou a base para o seu livro de 2005, Junia: The First Woman Apostle [Júnias: A Primeira Mulher Apóstolo].38 Nesta obra, ele fez um caso bem documentado de Júnias como uma mulher e uma dos apóstolos.

Os Apóstolos

Surge a questão sobre quem são esses apóstolos. Obviamente, estes não são os Doze. Em 1 Coríntios 12:28, Paulo faz referência ao dom espiritual do apostolado. Receberam Andrônico e Júnias este dom? Sabemos muito pouco, exceto o significado do termo apostolos: “aquele que é enviado”. Se Andrônico e Júnias foram enviados, ou comissionados, que a enviou?

Qualquer que seja o significado específico do termo, os apóstolos formam um grupo especial de pessoas que realizaram a missão de Cristo, como Paulo fez. Richard Bauckham sugere que Paulo refere-se aos apóstolos de Cristo, como ele próprio, que foram comissionados pelo Cristo ressurreto, e que, juntamente com os Doze dos Sinóticos, formar um grupo maior.39 Orígenes afirmava que Andrônico e Júnias estavam entre os setenta e dois enviados por Jesus.40

João de Damasco (c. 675?–749) observou sobre Júnias: “Ser chamado de ‘apóstolos’ é uma grande coisa. . . . Mas estar entre esses notáveis, considere quão grande encômio isto é.”41

Ute Eisen aponta: “No Liturgikon, o missal da Igreja Bizantina, Júnias é honrada neste dia . . . como uma apóstolo, juntamente com cinquenta e seis apóstolos do sexo masculino e os dois ‘semelhantes aos apóstolos,’ Maria Madalena e Tecla.”42

Craig Keener observa o seguinte:

Também é antinatural ler o texto como meramente afirmando que eles tinham uma reputação elevada com “apóstolos.” Desde que foram presos com ele, Paulo lhes conhece bem o suficiente para recomendá-los sem apelar aos outros apóstolos, cujo julgamento ele nunca cita em tais questões. . . . Em lugar nenhum Paulo limita a companhia apostólica ao Doze mais ele próprio, como alguns têm assumido (ver, especialmente, 1 Co 15:5–11). Aqueles que defendem que Júnias não era um apóstolo mulher, assim o fazem em razão de seu pressuposto que mulheres não poderiam ser apóstolos, não em virtude de qualquer evidência textual.43

Conclusão

É difícil concluir este estudo, sem achar que Paulo está se referindo a uma mulher de nome Júnias, que, juntamente a Andrônico (provavelmente seu marido), era parte grupo dos apóstolos do NT. Paulo a reconheceu como um dos apóstolos, uma mulher que estava disposta a sofrer pelo evangelho, ela estava consistentemente espalhando.


Notas:

1 Tradução do autor.

2 Wayne Grudem e John Piper, “An Overview of Central Concerns,” em Recovering Biblical Manhood and Womanhood: A Response to Evangelical Feminism (Wheaton, IL: Crossway Books, 1991), pp. 79–81. Grudem e Piper afirmaram que eles encontraram apenas três ocorrências do nome no banco de dados do Thesaurus Linguae Graecae, considerando que Linda Belleville encontrou sete. Ver Linda Belleville, “’Iounian .. ’epísēmoi ’en toīs ’apostólois: A Re-examination of Romans 16.7 in Light of Primary Source Materials,” New Testament Studies 51 (2005): 231–249.

3 Joyce Salisbury, Encyclopedia of Women in the Ancient World (Santa Barbara, CA: ABC-CLIO, 2001), s.v. “Junia.”

4 Linda Belleville, “Women Leaders in the Bible,” em Discovering Biblical Equality, ee. Ronald Pierce e Rebecca Merrill Groothuis (Downers Grove, IL: InterVarsity Press, 2005), p. 117.

5 Ibid.; Ver, também, Belleville, “Re-examination,” p. 241.

6 Belleville, “Re-examination,” p. 234.

7 Belleville, “Women Leaders,” p. 117.

8 Eldon Epp, Junia: The First Woman Apostle (Minneapolis, MN: Fortress Press, 2005), pp. 26–28.

9 Belleville, “Re-examination,” p. 239.

10 Joseph Fitzmyer, Romans, vol. 33 do The Anchor Bible (New York: Doubleday, 1993), pp. 737–738.

11 Jerome, Liber de Nominibus Hebraicis, Migne Patrologia Romana, coluna 895, acessado em 14 de maio de 2013, www .documentacatholicaomnia.eu/02m/0347-0420,_ Hieronymus,_Liber_De_Nominibus_Hebraicis,_MLT.pdf; Ali, Júnias é erroneamente listada na epístola de Tiago, mas a nota de rodapé indica que o nome realmente aparece em Romanos.

12 Ute Eisen, Women Officeholders in Early Christianity: Epigraphical and Literary Studies, trad. Linda Maloney (Collegeville, MN: Liturgical Press, 2000), p. 47.

13 Belleville, “Re-examination,” p. 235.

14 Bernadette Brooten, “Junia … Outstanding Among the Apostles,” em Women Priests: A Catholic Commentary on the Vatican Declaration, ee. Leonard Swidler e Arlene Swidler (New York: Paulist Press, 1977), www.womenpriests.org /classic/brooten.asp.

15 Eisen, Women Officeholders, p. 47, que cita na nota de rodapé Brooten, “Junia . . . Outstanding Among the Apostles,” pp. 141–144; Elizabeth Makowski, Canon Law and Cloistered Women: “Periculoso” and Its Commentators, 1298–1545 (Washington, DC: Catholic University of America, 1999); Dianne McDonnell, “Junia, a Woman Apostle,” The Church of God, acessado em 26 de agosto de 2012, www.churchofgoddfw.com/monthly/junia.shtml.

16 Eldon Epp, Junia: The First Woman Apostle (Minneapolis, MN: Fortress Press, 2005), p. 45.

17 United Bible Societies, The Greek New Testament, 4ª ed. (Stuttgart: Deutsche Bibelgesellschaft, 1993), p. 564.

18 Bruce Metzger, A Textual Commentary on the Greek New Testament (Stuttgart: United Bible Societies, 1971), p.539.

19 Richard Bauckham, Gospel Women: Studies of the Named Women in the Gospels (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 2002), pp. 109–202.

20 Epp, Junia: The First Woman Apostle, pp. 62–63.

21 Ibid.

22 Ibid., p. 66.

23 Scot McKnight, Junia Is Not Alone: Breaking Our Silence About Women in the Church Today (Englewood, CO: Patheos, 2008), e-book.

24 John Chrysostom, Homily 31 on the Epistle to the Romans, on Romans 16:7, em Philip Schaff, e., Nicene and Post-Nicene Fathers (Grand Rapids, MI: Eerdmans, n.d.), vol. 11, accessado em 26 de agosto de 2012, www.ccel.org/ccel/schaff/npnf111.pdf.

25 William Sanday e Arthur Headlam, “A Critical and Exegetical Commentary on the Epistle to the Romans,” vol. 32 do International Critical Commentary (Edinburgh: T. & T. Clark, 1895), p. 423. A mesma leitura permanece inalterada em muitas edições posteriores, incluindo uma impressão de 1962.

26 Gerhard Kittel, Geoffrey Bromiley e Gerhard Friedrich, ee., Theological Dictionary of the New Testament (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1964–1976), s.v. “’Episēmos.”

27 International Standard Bible Encyclopedia, rev. ed. (1986), s.v. “Notable.”

28 Johannes Louw e Eugene Nida, Greek-English Lexicon of the New Testament Based on Semantic Domains, 2ª ed. (New York: United Bible Societies, 1988–1989), vol. 2, no. 28.31.

29 Ver a lista em Epp, Junia: The First Woman Apostle, 106n1 a capítulo 4.

30 Bruce Metzger, A Textual Commentary, p. 322.

31 Theological Dictionary of the New Testament, s.v. “en.”

32 Michael H. Burer e Daniel B. Wallace, “Was Junia Really an Apostle? A Re-examination of Rom 16.7,” New Testament Studies 47 (2001): 76–91.

33 Richard Bauckham, Gospel Women; Linda Belleville, “Reexamination,” pp. 231–249; Eldon Epp, Junia.

34 Bauckham, Gospel Women, pp. 172–180.

35 Ibid., p. 246.

36 Belleville, “Re-examination,” pp. 242–247.

37 Ibid., p. 248. ver, também, Belleville, “Women Leaders,” pp. 119–120.

38 Eldon Epp, “Text-Critical, Exegetical and Socio-Cultural Factors Affecting the Junia/Junias Variations in Romans 16, 7,” em New Testament Textual Criticism and Exegesis, Festschrift J. Delobel, e. A Denaux, Bibliotheca Ephemeridum Theologicarum Lovaniensium 161 (Leuven: Leuven University Press, 2002), pp. 227–291; Epp, Junia, p. 45.

39 Bauckham, Gospel Women, pp. 179–180.

40 Pederson, The Lost Apostle: Searching for the Truth About Junia (San Francisco: Jossey-Bass, 2006), p. 36.

41 Belleville, “Re-examination,” 235, citando João de Damasco, Paul’s Epistles 95.565.

42 Eisen, Women Officeholders, p. 48; Rena Pederson, da mesma maneira, indicam que Maria Madalena e Tecla eram ambos considerados apóstolos; ver The Lost Apostle, pp. 48, 49, 61–75.

43 Craig Keener, Paul, Women, and Wives (Peabody, MA: Hendrickson, 1992), p. 242, citado em Rebecca Merrill Groothuis, Good News for Women: A Biblical Picture of Gender Equality (Grand Rapids, MI: Baker, 1997), p. 195.

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